Impasse permanece na greve dos trabalhadores da construção civil do Estado


Um dia após o início da greve dos trabalhadores da construção civil do Estado de Pernambuco, categoria e patronal permanecem sem negociar. Enquanto o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, o Marreta, pede um reajuste de 20% nos salários, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado (Sinduscon-PE) afirma que a entidade dos empregados não quer dialogar. Segundo o diretor de relações trabalhistas do Sinduscon, Erico Furtado Filho, a base do Marreta teria agido com “vandalismo” durante a reunião entre empresários realizada na manhã desta terça-feira (17) na Associação das Empresas do Mercado Imobiliário, no Espinheiro.
“O Marreta está perdendo o controle da base dele. O movimento passou de uma greve pacífica para o vandalismo. Eles estão entrando em obras que estão paradas e estão destruindo as construções. Para mim, deixou de ser uma greve legítima para ser um movimento de baderna”, declarou. “Na reunião de hoje, na Ademi, eles chegaram com carro de som e quebraram vidros dos carros dos empresários que estavam reunidos para deliberação. Houve prejuízos a particulares”, afirmou Erico. “Sou a favor do movimento paredista do sindicato laboral, mas desde que seja através do diálogo”, completou. Erico Furtado Filho afirmou que durante o período de greve não haverá pagamento do salário em dias parados.
Para a presidente do Marreta, Dulcilene Moraes, a greve permanece tranquila. “Não tenho conhecimento disso. A greve está muito tranquila. Não houve nenhum incidente”, afirmou a sindicalista. Para ela, o Sinduscon-PE não quer negociar. “Eles querem criar um fato político. A realidade é que a patronal não quer negociar com os trabalhadores. Querem nos marginalizar”, completou.
Nova assembleia geral da categoria está marcada para esta quarta-feira (18), às 7h, na sede do Sindicato dos Trabalhadores, na rua da Concórdia. Não há, contudo, data para negociação entre as partes. Outro impasse entre ambos os lados é a validade do acordo coletivo de trabalho. Para o Marreta, o contrato deve ser de um ano: de 1º de outubro de 2015 até a mesma data em 2016. O Sinduscon-PE propõe que seja de 1º de novembro de 2015 até 28 de fevereiro de 2017. Os patrões também não propuseram reajuste na remuneração da categoria.

Folha PE
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Impasse permanece na greve dos trabalhadores da construção civil do Estado
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